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Statement · 10/09/2026 · 1 min read

Comitiva Italiana realiza visita técnica ao Cubo Itaú em São Paulo

Grupo conheceu iniciativas de inovação e o programa de sof tlanding voltado à entrada de startups estrangeiras no Brasil

Comitiva Italiana realiza visita técnica ao Cubo Itaú em São Paulo

Parte da missão empresarial italiana no Brasil, a comitiva de inovação e tecnologia visitou, na manhã desta quinta-feira (10), o Cubo Itaú, em São Paulo. O grupo reuniu representantes das empresas Rina, For Green, Next4 International e Futura Legal e foi recebido por Felipe Lopes, coordenador da área de startups na América Latina, e Alexandre Frazão, responsável pelo programa de soft landing do hub.

Durante o encontro, Frazão apresentou o modelo de atuação do Cubo e os critérios utilizados para selecionar startups internacionais. Segundo ele, o programa busca empresas que já tenham validado seus negócios em seus mercados de origem e apresentem capacidade de expansão. Entre os critérios estão faturamento mínimo de US$ 1 milhão e experiência prévia dos fundadores.

“Gostaríamos muito de ter uma startup italiana no nosso ecossistema”, afirmou Frazão. Atualmente, 103 startups estrangeiras integram o portfólio do Cubo, que reúne mais de 500 startups de 18 países.

Criado em 2015 pelo Itaú Unibanco e pela Redpoint eventures, o Cubo é um ecossistema de inovação aberta, sem fins lucrativos, que conecta startups, corporações, investidores e parceiros. Em 2025, as startups da comunidade captaram R$ 1,6 bilhão em investimentos, crescimento de 60% em relação ao ano anterior.

O Cubo Soft Landing é voltado a startups internacionais interessadas em entrar ou ampliar sua atuação no Brasil. O programa oferece conexões com empresas, investidores e parceiros, além de apoio para compreender aspectos regulatórios, de conformidade e de estruturação da presença local.

Para Frazão, a proposta é selecionar negócios com potencial de crescimento no país. “O que a gente busca com as startups internacionais é trazer empresas com potencial de expansão no Brasil”, afirmou.

O executivo também destacou a importância da própria rede do Cubo para a integração desses negócios. “Ter dentro do nosso ecossistema as principais startups do país para que passem os melhores serviços aos demais players”, explicou. A estratégia parte da conexão entre os quatro grupos que formam a comunidade: startups, corporações, investidores e parceiros.